Inovação

 

Uma tradição de inovação

Desde que foi fundada, em 1906, a Zambon tem sido reconhecida por sua longa tradição em Pesquisa e Desenvolvimento, o que a levou a descobrir - e, posteriormente comercializar - importantes moléculas, como a acetilcisteína, a fosfomicina trometamol e o ibuprofeno arginina. Com o passar do tempo, elas se tornaram referência internacional para o tratamento de problemas respiratórios, infecções urinárias sem complicações e dor.

“Desde 2007, a nova missão da Zambon é oferecer produtos, serviços e soluções que ajudem as pessoas a respirar e a viver melhor”. A empresa observou uma significativa expansão de seus horizontes de mercado no segmento de Pesquisa e Desenvolvimento, levando a efeito uma mudança profunda no modelo de inovação de seus produtos.

Graças à sua nova missão, que tem o paciente e a qualidade de vida como seus principais focos, a Zambon hoje em dia se dedica não apenas ao desenvolvimento de novas entidades químicas, mas também ao aprimoramento das já existentes com o objetivo de oferecer aos pacientes soluções terapêuticas mais seguras e eficientes, capazes de melhorar seu padrão de vida, especialmente a daqueles portadores de doenças crônicas.
Dessa forma, a inovação da Zambon enfoca tanto produtos novos, quanto os já existentes; com o objetivo de aprimorar permanentemente o seu desempenho, atendendo uma demanda terapêutica cada vez mais atenta não só ao tratamento dos sintomas, mas à garantia de um alto padrão de vida para os pacientes diagnosticados com doenças crônicas..

O modelo de pesquisa foi redefinido de maneira coerente com a lógica de “Inovação Aberta”, articulando a pesquisa interna com a exploração de cenários internacionais, por meio do desenvolvimento de uma rede dinâmica e coesa de relações com universidades, centros de pesquisa, transferências de tecnologia, empresas startup e de biotecnologia, que hoje em dia representam uma produtiva fonte de descoberta, com grande potencial inovador.

Atualmente a área de Inovação e Ciências Médicas é gerida conforme modelo flexível e integrado que, além de internacionalizar oportunidades, opera por meio de acordos e parcerias de desenvolvimento conjunto, tendo como alvo especialmente os projetos de desenvolvimento que já tenham passado pela fase pré-clínica, assim como projetos integrados no final da fase II.